Debruço solitária em alguns pensamentos que me fazem companhia.
Tímida e silenciosa busco conforto mergulhada de histórias dançando esperança em cores rosa. Comparo-me ao extremo, ao que reluz alegre e ao que destoa do alto. Ouço cada batida, em cada poro, ouço o que nega obscuramente o presente que me permeia. Sonho além, limites me rodeiam e eu bravamente luto. Dispo-me de amores, pudores para ir até lá, onde o vento faz a curva, onde a estrada acaricia meus pés, dizendo-me sorridente que não se trata de um final.